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Clipping do dia - 04/10/2019

Síntese diária de notícias – 04/10/2019

A ABTRA analisa as principais notícias publicadas na imprensa nacional, regional e segmentada.

 

Folha On-line, Portal Exame (ontem à noite), O Globo, Valor Econômico, Correio Braziliense On-line e Isto É (reproduz da Agência Brasil): Governo levanta R$ 78,6 bilhões com privatizações no ano – Informações divulgadas ontem à noite pelo Ministério da Economia mostram que, contando concessões e venda de ativos naturais, o resultado chega a R$ 96,2 bilhões, batendo a meta estipulada para o ano inteiro (R$ 82 bilhões). Nas concessões, que responderam por R$ 5,7 bilhões, estão os terminais do Porto de Santos e os aeroportos da Infraero.

 

Folha – Artigo da colunista Raquel Landim: Tarcísio de Freitas, da Infraestrutura, faz blindagem anticorrupção no ministério – Parte da atuação de Freitas, quase despercebida, envolve afastar e manter corruptos longe da área, independentemente do governo de turno. Antes mesmo de tomar posse, ele anunciou a criação de uma sub-secretaria para o combate à corrupção e colocou no comando uma delegada. O órgão elaborou um protocolo para a seleção de servidores em parceira com a Polícia Federal e a CGU. O programa Radar Anticorrupção lançou os primeiros editais em fevereiro para as coordenadorias no Dnit e superintendências regionais. Até agora foram cinco seleções, com 211 inscritos, 49 entrevistados e seis nomeados. O sistema foi ampliado para as companhias docas.

 

Valor On-line (ontem à noite): Transporte aéreo no Brasil deve dobrar de tamanho até 2037 – Dados da Associação Internacional de Transporte Aéreo (Iata) apontam que o transporte aéreo deve contribuir com US$ 38,7 bilhões para o PIB brasileiro até 2037. No Brasil, a contribuição do setor para o PIB é de 1%, enquanto a média global fica entre 3,2% e 3,4%. Em 2017 contribuiu com US$ 18,8 bilhões para o PIB brasileiro. Mas, de acordo com a associação, se o País adotar políticas mais favoráveis ao desenvolvimento do setor, há potencial para quase quintuplicar de tamanho, movimentando US$ 88,2 bilhões por ano.

 

Editorial do Estadão: O PIB requer mais estímulo – Crescimento mais firme só virá com mais e melhores investimentos produtivos, mas o Brasil continua investindo pouco e nem esse pouco foi mantido em agosto. Segundo o Ipea, o valor aplicado em máquinas, equipamentos, outros ativos fixos e construções no mês foi 0,7% menor que o registrado em julho e apenas 0,5% maior que o de agosto de 2018.

 

Isto É (reproduz da Agência Brasil): Brasil e Argentina assinam acordo de livre comércio automotivo – O tratado assinado ontem prevê o livre comércio de bens automotivos a partir de 1º de julho de 2029, sem quaisquer condicionalidades. Os produtos automotivos correspondem à metade do comércio de bens entre os dois países. Em 2018, as exportações brasileiras desse setor para a Argentina chegaram a US$ 7,5 bilhões.

 

Isto É (reproduz da Agência France Press): Autoridades belgas miram no tráfico de cocaína procedente do Brasil – A cocaína apreendida no porto de Antuérpia, principal porta de entrada na Europa para a droga, vem cada vez mais do Brasil, segundo a alfândega belga. Entre 1º de janeiro e 25 de setembro de 2019 foram apreendidas 40,7 toneladas nesse porto, ante 50,6 toneladas em todo ano de 2018. O aumento nas interceptações é parcialmente explicado pela proatividade dos países remetentes no controle, mas o tráfico está se tornando ainda mais internacional, com os países vizinhos da Colômbia – o maior produtor – assumindo cada vez mais a exportação.

 

Imprensa regional:

 

A Tribuna de Santos: Guajará prepara primeira operação – O navio-patrulha da Marinha do Brasil, que chegou ontem ao Porto de Santos, passa a integrar a frota do Grupamento de Patrulha Naval Sul-Sudeste (GPNSS). Na próxima semana, fará o reconhecimento da costa de Santos, São Sebastião e Paranaguá.

 

G1 (SC): Polícia apreende carga de cocaína no porto de Navegantes – A Polícia Militar apreendeu hoje de manhã 300 quilos da droga nesse porto. Funcionários da área de monitoramento perceberam uma movimentação de suspeitos próximo de um contêiner que tinha como destino Valencia. Um homem foi preso.

 

Folha Litoral News, Brazil Modal e Portos e Navios (reproduzem release da APPA): Setor portuário responde por até 67% da arrecadação de ISS – As empresas que atuam nos Portos do Paraná respondem por mais da metade dos valores arrecadados pelas prefeituras com o ISS. Em Paranaguá, a atividade portuária respondeu por 66% dos valores recebidos com o tributo, entre janeiro e agosto de 2019. Em Antonina, a participação foi de 67%.

 

Imprensa segmentada:

 

Brazil Modal (reproduz release do Ministério da Infraestrutura): Projetos prioritários de infraestrutura são apresentados em comissão do Senado – O diretor-geral do DNIT, general Santos Filho, apresentou à Comissão Mista de Planos, Orçamentos Públicos e Fiscalização, do Senado Federal, o pacote de ações previstas por estado para execução em 2019 e 2020 e as sugestões para aporte de recursos por emendas.

 

Brazil Modal (reproduz release do DNIT): Ministério realiza o 1º Seminário de competitividade do setor de infraestrutura – O Ministério da Infraestrutura e a Fundação Dom Cabral realizarão o 1º Seminário de?Competitividade do Setor, em 9 de outubro, das 9h às 18h, no auditório do DNIT, em Brasília. Em 2018, o Brasil ocupou a 72ª posição no ranking de Competitividade Global do Fórum Econômico Mundial, entre 140 países. No Pilar de Infraestrutura, estava na 81ª posição e no Subíndice de Infraestrutura de Transportes, na 84ª colocação.

 

Brazil Modal (reproduz release da ANTAQ): ANTAQ participa do VIII Congresso Nacional de Direito Marítimo, Portuário e Aduaneiro – Em painel no VIII Congresso Nacional de Direito Marítimo, Portuário e Aduaneiro, ontem, no STJ, em Brasília, o diretor-geral da ANTAQ, Mário Povia, ressaltou que “não está no radar o controle de preços que os terminais praticam, mas o usuário tem que saber antes qual serviço contrata e quanto é esse serviço”, referindo-se à publicação da RN 31. Disse ainda que a preocupação da agência com o usuário dos serviços mostra a maturidade da regulação. O evento segue até amanhã.

Clipping do dia - 04/10/2019

Governo levanta R$ 78,6 bilhões com privatizações no ano, diz ministério

O governo já levantou R$ 78,6 bilhões com privatizações e desinvestimentos em 2019, segundo informações divulgadas na noite desta quinta-feira (3) pelo Ministério da Economia. Contando concessões e venda de ativos naturais, o resultado chega a R$ 96,2 bilhões, batendo a meta estipulada para o ano inteiro, que era de arrecadar US$ 20 bilhões (R$ 82 bilhões).

 

Na lista divulgada entram operações realizadas no ano passado e integralizada em 2019, como a venda das distribuidoras Amazonas Energia e Ceal, da Eletrobras, assim como da participação de 75% que a estatal tinha na usina Uirapuru Transmissora.

 

Até setembro, foram concluídas as vendas da participação do Banco do Brasil e da Caixa no IRB (Instituto de Resseguros do Brasil). Em relação à Petrobras, foram contabilizadas a venda da BR Distribuidora, da refinaria de Pasadena e da TAG.

 

Nas concessões, que responderam por R$ 5,7 bilhões do total, há aeroportos da Infraero e terminais do Porto de Santos. A venda de ativos naturais, como campos de petróleo Enchova e Pampo, levantou R$ 11,9 bilhões.

 

A Secretaria de Desestatização, Desinvestimento e Mercados do ministério revisou para cima o número de estatais federais desde o começo do governo de Jair Bolsonaro. Segundo o secretário Salim Mattar, são 637 estatais federais com participação direta e indireta da União –no início do ano, eram 440.

 

Nesse total estão também empresas em que a União tem participação minoritária, como a Vale, Itaú Unibanco, Oi e Ambev.

 

Em coletiva, Mattar criticou ainda a lentidão do processo de venda de outras empresas com participação da União.

 

“Num primeiro momento, está sim, até pela minha própria ansiedade, mais lento do que eu esperava. Mas o estado brasileiro é tão gigante, é tão lento e tão burocrático, que nada é fácil de fazer aqui”, afirma.

 

O secretário ressaltou ainda que Petrobras, Caixa Econômica Federal e Banco do Brasil não estão no radar para privatização no momento.

 

O governo também tenta se desfazer de outros ativos. Em agosto, ampliou o escopo de projetos que deseja conceder à iniciativa privada ao incluir presídios, escolas, creches e parques nacionais no PPI (Programa de Parcerias de Investimentos), a fim de reduzir os desembolsos da União com despesas.

 

Foram incluídas nove estatais no programa: Telebras, Correios, ABGF (Agência Brasileira Gestora de Fundos Garantidores e Garantias), Emgea (Empresa Gestora de Ativos), Serpro (Serviço Federal de Processamento de Dados), Dataprev (Empresa de Tecnologia e Informações da Previdência Social), Ceagesp, Ceitec (Centro de Excelência em Tecnologia Eletrônica Avançada) e porto de Santos.

 

Outras seis já haviam sido qualificadas: Eletrobras, CBTU (Companhia Brasileira de Trens Urbanos), Trensurb (Empresa de Trens Urbanos de Porto Alegre), Ceasaminas (Centrais de Abastecimento de Minas Gerais), Codesa (Companhia Docas do Espírito Santo) e Casa da Moeda.

 

Mattar disse que ainda neste ano deve ocorrer uma reunião no PPI com um novo grupo de empresas que o governo quer vender, mas não quis antecipar quando ocorrerá nem quais serão as companhias.

 

A Lotex, responsável pelas raspadinhas, também será concedida, assim como a venda de participação da União no Banco do Brasil que supere o controle acionário. A intenção é vender até 20,785 milhões de papéis do banco sem prejuízo à posição de controlador, segundo o governo.

 

A venda de ações do BB é a única operação que, na prática, poderá ocorrer neste ano, por depender só da União para se concretizar. Todos os demais projetos estão na fase de estudos de viabilidade e o processo só deve ser concluído no próximo ano.

 

Essa política pretende retirar a pressão do caixa da União. Já foram congelados mais de R$ 30 bilhões em despesas no governo de Jair Bolsonaro.

 

O governo também quer vender a Eletrobras e os Correios, mas a privatização de ambos depende de aval do Congresso, segundo entendimento do governo. Isso porque o Supremo já se pronunciou dizendo que a venda de conglomerados estatais criados por lei precisa ter aprovação do Legislativo.

 

Publicação: 04/10/2019

 

Fonte: Folha On-line

 

Imagem: Yahoo

Clipping do dia - 04/10/2019

Transporte aéreo no Brasil deve dobrar de tamanho até 2037, estima Iata

O transporte aéreo brasileiro deve dobrar de tamanho no prazo de 20 anos até 2037, se mantiver as políticas públicas atuais para o setor. Dessa forma, o transporte aéreo deve contribuir com US$ 38,7 bilhões para o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro até 2037, gerando 1,4 milhão de empregos. Em 2017, o setor empregava 838,7 mil pessoas e contribuiu com US$ 18,8 bilhões para o PIB. Os dados são de um estudo elaborado pela Associação Internacional de Transporte Aéreo (Iata), que representa as 290 maiores empresas aéreas do mundo.

 

Mas, de acordo com a associação, se o país adotar políticas mais favoráveis ao desenvolvimento do transporte aéreo, o setor tem potencial para quase quintuplicar de tamanho, movimentando US$ 88,2 bilhões por ano e empregando 3,2 milhões de pessoas.

 

Dany Oliveira, diretor geral da Iata no Brasil, disse que o primeiro cenário leva em consideração o crescimento orgânico do setor com a manutenção das regras atuais para o setor aéreo. A segunda estimativa foi feita considerando a adoção no país das melhores práticas do setor.

 

“No Brasil, a contribuição do setor para o PIB é de aproximadamente 1%. A média global para o setor é de algo entre 3,2% e 3,4%. Só essa comparação já mostra o grande potencial de melhoria do setor”, afirmou Oliveira.

 

O executivo cita como fatores que podem acelerar o crescimento do setor melhorias na infraestrutura de aeroportos, redução de burocracias para estimular o transporte aéreo de cargas e redução nos preços do combustível de aviação. “No mundo, o querosene de aviação representa, em média, 22% dos custos das companhias aéreas. No Brasil, representa quase 40% dos custos. Isso precisa ser revisto”, afirmou Oliveira.

 

O diretor da Iata também citou como entrave ao desenvolvimento do setor o número excessivo de ações judiciais movidas contra empresas aéreas no Brasil, em comparação com outros países. “Nos Estados Unidos, de cada 100 voos realizados, 0,01 é alvo de processo. No Brasil, são seis processos para cada 100 voos. As empresas precisam montar uma equipe jurídica gigantesca no Brasil. Isso afasta a entrada de novos competidores”, afirmou Oliveira.

 

O executivo ponderou que o Brasil é signatário de tratados internacionais, como a Convenção de Montreal, que regula e estabelece regras relativas ao transporte aéreo, mas que a Justiça brasileira ignora esses acordos. “O judiciário brasileiro não aplica os tratados e convenções assinados”, disse Oliveira.

 

O diretor da Iata estima que 2,3% do custo total das empresas aéreas brasileiras seja relacionado ao pagamento de indenizações em processos movidos na Justiça. “Espera-se que, neste ano, o custo de operação das aéreas fique em torno de US$ 10,3 bilhões, ou pouco mais de R$ 40 bilhões. Só de judicialização, os custos chegam a R$ 1 bilhão”, calculou.

 

Publicação: 04/10/2019

 

Fonte: Valor On-line

 

Imagem: Valor Econômico

Clipping do dia - 04/10/2019

Brasil e Argentina assinam acordo de livre comércio automotivo

Brasil e Argentina assinaram nesta quinta-feira (3), em Montevidéu, o acordo comercial para o setor automotivo. O tratado prevê o livre comércio de bens automotivos, a partir de 1º de julho de 2029, sem quaisquer condicionalidades. Até que se atinja o livre comércio em definitivo, o pacto prevê aumentos graduais, com efeitos imediatos, dos volumes intercambiados sem a cobrança de tarifas.

 

A negociação foi concluída no dia 6 de setembro, no Rio de Janeiro, pelos Ministros da Economia do Brasil, Paulo Guedes, e da Produção e Trabalho da Argentina, Dante Sica e agora firmado pelos diplomatas dos dois países.

 

Os acordos anteriores entre Brasil e Argentina para o setor automotivo vinham sendo renovados periodicamente. O novo texto, no entanto, tem validade indeterminada.

 

Os produtos automotivos correspondem à metade do comércio de bens entre os dois países. Em 2018, as exportações brasileiras desse setor para a Argentina chegaram a US$ 7,5 bilhões.

 

Em nota conjunta, os Ministérios da Economia e das Relações Exteriores informaram que o acordo traz segurança jurídica e previsibilidade de investimentos para importante parcela da indústria nacional. Segundo as duas pastas, o tratado também facilitará a adequação do setor automotivo à união aduaneira do Mercosul, onde os demais produtos circulam sem tarifas e são exportados para fora do bloco com tarifas externas comuns.

 

Publicação: 04/10/2019

 

Fonte: Isto É – Agência Brasil

 

Imagem: Uol

Clipping do dia - 04/10/2019

Autoridades belgas miram no tráfico de cocaína procedente do Brasil

1 de 2 A cocaína apreendida no porto de Antuérpia (Bélgica), a principal porta de entrada na Europa para esta droga, vem cada vez mais do Brasil, tornando-se uma megaplataforma de trânsito - AFP

 

A cocaína apreendida no porto de Antuérpia (Bélgica), principal porta de entrada na Europa para esta droga, vem cada vez mais do Brasil, tornando-se uma megaplataforma de trânsito – revelam dados divulgados pela alfândega belga nesta quinta-feira (3).

 

"O Brasil e o Equador são atualmente as duas maiores plataformas de trânsito para o tráfico de cocaína no nosso país”, afirma um comunicado da Alfândega.

 

E, destes dois países, o Brasil, "grande como um continente”, é o que tem mais conexões marítimas com a União Europeia, com várias quadrilhas ativas, o que dificulta o controle do tráfego, destaca o órgão.

 

Entre 1º de janeiro e 25 de setembro de 2019, foram apreendidas cerca de 40,7 toneladas de cocaína no porto de Antuérpia, em comparação com 50,6 toneladas em todo ano de 2018 (e 41,2 toneladas em 2017).

 

Esse aumento nas interceptações é parcialmente explicado pelo fato de os países remetentes "estarem se tornando cada vez mais pró-ativos no controle”, declarou à AFP a porta-voz da Alfândega, Florence Angelici.

 

Assim, os contêineres suspeitos escaneados na saída podem ser verificados na chegada através da troca de informações, explicou.

 

De maneira geral, de acordo com a Alfândega belga, o tráfico de cocaína está se tornando mais internacional, com os países vizinhos da Colômbia – que continua sendo o maior produtor – assumindo cada vez mais a exportação.

 

A proporção na apreensão total de remessas da Colômbia caiu de 50%, em 2018, para 13%, em 2019, acrescenta o comunicado.

 

Este ano, 16% da cocaína apreendida na Bélgica foi enviada da Costa Rica.

 

Quanto às apreensões do Equador, elas mais do que dobraram em proporção no espaço de dois anos, superando 20% do total, logo atrás do Brasil (26%).

 

"Na Europa, estamos fazendo tudo o que podemos para fortalecer a cooperação e o intercâmbio de informações com o Brasil”, ressalta a Alfândega belga.

 

Um memorando de entendimento neste sentido foi assinado recentemente com a administração aduaneira brasileira.

 

No início de agosto, uma tonelada de cocaína foi encontrada com traficantes de drogas uruguaios em um balneário ao leste de Montevidéu.

 

O Uruguai pode ser "cada vez mais utilizado” como ponto de embarque para drogas destinadas à Europa, comentou o site independente de análise de crimes Insight Crime.

 

Publicação: 04/10/2019

 

Fonte: Isto É – Agência France Press

 

Imagem: Isto É

Clipping do dia - 04/10/2019

Guajará prepara primeira operação

Em cerca de uma semana, serão iniciadas as operações do navio-patrulha Guajará (P-44), da Marinha do Brasil, que chegou ao Porto de Santos ontem. Trata-se da primeira embarcação de combate que ficará permanentemente sediada no Porto de Santos. Ela passou a integrar a frota do Grupamento de Patrulha Naval Sul-Sudeste (GPNSS), que planeja uma nova operação ainda neste mês.

 

“É um novo desafio. Um navio que está acostumado a inspecionar, patrulhar áreas próximas à costa do Rio de Janeiro e, agora, está aqui no maior porto do País. A capacidade econômica que tem a região do 8º Distrito Naval (que engloba São Paulo, Paraná e o sul de Minas Gerais) é, sem dúvida, um diferencial e uma experiência única para a gente”, afirmou o comandante do navio, o capitão-tenente Matheus Macedo de Abreu.

 

Segundo o oficial, a Marinha abriu um processo seletivo para a escolha dos tripulantes que servem no Guajará e foram deslocados para Santos. Hoje, os 29 homens conhecerão seus novos lares. Também está prevista a chegada dos familiares dos marinheiros.

 

Antes de integrarem o GPNSS, os tripulantes passaram por rígidos treinamentos. “No navio, foram revisados os motores, aparte estrutural e a de geração de energia. Por fim, a tripulação passou por treinamento para exercer a atividade de patrulha, defender a nossa costa, inspecionar, impedir o tráfico de drogas, contrabando e todo tipo de atividade ilícita nas proximidades do Porto”, explicou o comandante da embarcação.

 

Na próxima semana, o navio fará o reconhecimento da costa de Santos, São Sebastião (no Litoral Norte de SP) e Paranaguá (PR).

 

“É o primeiro navio de combate sediado aqui. E, com a previsão de chegada de mais um no final do mês, vai completar a implantação do nosso Grupamento, com duas embarcações maiores, com 200 toneladas, canhão na proa, canhão nas bordas, uma autonomia maior, além das três menores atuando perto da costa, próximo ao nosso canal, nossas praias. Esta vai ser a nossa formação”, destacou o capitão de fragata Rafael Burlamaque, comandante do GPNSS.

 

TRANSFERÊNCIA O Guajará foi transferido do 1º Distrito Naval, que fica no Rio de Janeiro, para o 8º Distrito Naval. Ainda neste mês, um novo navio patrulha, o Guaporé, chegará ao cais santista.

 

“Desde abril deste ano, nós vínhamos recebendo meios do 1º Distrito Naval, de onde veio o Guajará, em regime de estação. Eles vinham em rodízio, ficava um mês e davam essa cobertura para nós. Mas não eram meios subordinados ao comando do Distrito e tinham limitações de logística, de vinda para cá. Da mesma forma, vamos continuar empregando helicópteros que vêm e ficam cinco dias a cada mês para operações coordenadas”, destacou o vice-almirante Claudio Henrique Mello de Almeida, comandante do 8º Distrito Naval.

 

Publicação: 04/10/2019

 

Fonte: A Tribuna de Santos

Clipping do dia - 04/10/2019

Polícia apreende carga de cocaína no porto de Navegantes

A Polícia Militar apreendeu na manhã desta sexta-feira (4) uma carga com mais de 300 quilos de cocaína no complexo portuário de Navegantes, no Litoral Norte. Um homem foi preso.

 

Segundo a PM, a ocorrência foi registrada às 4h52 depois que funcionários da área de monitoramento perceberam uma movimentação de suspeitos usando tocas balaclava próximo de um contêiner, que tinha como destino o Porto de Valencia, na Espanha.

 

Pelo menos quatro equipes da corporação do município foram deslocadas para o local. Os policiais conseguiram prender um dos suspeitos e outros quatro fugiram. Até as 7h30, a polícia seguia nas buscas e não tinham localizado os criminosos.

 

A polícia estima que apreendeu pelo menos 300 tabletes, de aproximadamente um quilo cada. Na pesagem inicial foram 392,8 quilos. A carga será encaminhada para a Polícia Federal, que será responsável pelas investigações.

 

Publicação: 04/10/2019

 

Fonte: G1 (SC)

 

Imagem: G1

Clipping do dia - 04/10/2019

Setor portuário responde por até 67% da arrecadação de ISS – Folha

As empresas que atuam nos Portos do Paraná são responsáveis por mais da metade dos valores arrecadados pelas prefeituras com o Imposto Sobre Serviços (ISS). Em Paranaguá, a atividade portuária respondeu por quase 66% dos valores recebidos com o tributo, entre janeiro e agosto de 2019. Em Antonina, a participação foi de 67%.

 

O ISS incide sobre a prestação de serviços de qualquer natureza e a aplicação dos recursos é determinada pela Constituição Federal. Do total arrecadado, 60% são usados de forma livre, como pagamento de servidores, obras, reformas e equipamentos públicos, por exemplo. Outros 25% devem ser, obrigatoriamente, investidos em educação e 15% em saúde.

 

"Os portos têm papel fundamental como indutor de desenvolvimento. Além de pagar impostos, as empresas portuárias geram empregos. Estes trabalhadores movimentam o comércio, restaurantes e padarias. Outros setores da economia crescem e a arrecadação municipal aumenta. Com maior arrecadação, as prefeituras investem em melhores serviços públicos, ruas, postos de saúde e escolas”, explica o presidente da empresa pública Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia.

 

PARANAGUÁ

 

Dados da Secretaria Municipal de Fazenda mostram que, nos primeiros oito meses deste ano, o município arrecadou cerca de R$ 103,4 milhões em ISS. Destes, R$ 67,5 milhões foram pagos por empresas ligadas ao setor portuário.

 

Segundo o secretário Maurício Coutinho, o imposto representa quase 30% da arrecadação municipal. "A atividade portuária é a espinha dorsal da arrecadação do município”, diz ele. É graças ao setor que não ficamos dependentes única e exclusivamente do repasse do Fundo de Participação dos Municípios, como outras cidades”, afirma.

 

Em julho, a participação dos serviços ligados ao Porto de Paranaguá no caixa da prefeitura foi ainda maior. Dos R$ 12,5 milhões arrecadados no mês, R$ 11,5 milhões tiveram origem em serviços portuários, o equivalente a 92% do total.

 

"Esse valor é somente o que arrecadamos diretamente com a atividade portuária. Ainda temos que considerar toda a movimentação econômica que gira em torno do setor”, acrescenta Coutinho.

 

Para o presidente da Associação Comercial, Industrial e Agrícola de Paranaguá, Eloir Martins, o aquecimento da economia local está completamente atrelado às atividades portuárias. "O impacto é direto. O carro-chefe da nossa economia é a atividade portuária. Qualquer alteração nesse setor, para melhor ou pior, reflete diretamente em todas as nossas câmaras setoriais, todas as gamas de profissões e atividades da nossa cidade. Por isso, é muito importante para todos nós que o Porto vá bem”, afirma o presidente.

 

ANTONINA

 

De acordo com a Secretaria Municipal de Finanças de Antonina, de janeiro a agosto, a prefeitura arrecadou R$ 6,9 milhões em ISS. Quase 67% do valor (R$ 4,4 milhões) teve origem no setor portuário.

 

"A atividade portuária é essencial para nossa economia. Além dos impostos, as empresas portuárias geram empregos diretos, contratando funcionários e trabalhadores avulsos. Ainda cria uma série de empregos indiretos que, de alguma forma, atendem o setor”, diz o prefeito José Paulo Vieira Azim.

 

A empresa que opera no Porto de Antonina, a TPPF (Terminais Portuários Ponta do Félix), dá prioridade aos fornecedores locais e colabora para o crescimento da cidade. "Nosso impacto não é apenas na arrecadação direta de impostos, mas também ao usar o comércio local e contratar fornecedores de serviços como fretes curtos, armazenagens externas, entre outros, dentro de Antonina”, afirma o presidente da TPPF, Gilberto Birkhan.

 

Publicação: 04/10/2019

 

Fonte: Folha Litoral News

 

Imagem: Folha do Litoral News